Sexta-feira, 10 de Setembro de 2010
Monofásica Angola analisa a remodelação e ampliação do Aeroporto 4 de Fevereiro em Luanda

 

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Já muito se disse e escreveu sobre esta importante obra, eleita por sinal a mais desafiante do ano 2009 para a Monofásica, mas resolvemos agora ter uma visão interna, de quem esteve directamente envolvido na sua execução. Falámos com Sérgio Martins, director de obra na equipa da Monofásica responsável pelo projecto.


A obra foi efectuada em parceria com a SOMAGUE e a cargo da Monofásica estiveram as especialidades de instalações eléctricas, instalações de segurança, instalações de comunicação e informação de voos, instalações de climatização, instalações de águas e esgotos.

Havendo pouco tempo de preparação para a obra, o seu início deu-se em Outubro de 2009 e as novas áreas do Aeroporto entraram em funcionamento na primeira semana de Janeiro de 2010 para receber os participantes no Campeonato Africano das Nações em Futebol, tendo os trabalhos continuado até Abril deste mesmo ano.

Conjugar em simultâneo a preparação com a logística e a execução foi uma tarefa extremamente complicada, principalmente nos três meses que antecederam a inauguração oficial e entrada em funcionamento. Os meios humanos e materiais envolvidos foram enormes. As equipas de instalação funcionavam de forma contínua por turnos. Os materiais e equipamentos foram na sua grande maioria transportados por carga aérea, com tempos de armazenagem reduzidos.

O espaço para estaleiro era reduzido pois o aeroporto manteve-se em funcionamento durante a execução da obra. O material chegava e era quase de imediato instalado. Muitas das máquinas que normalmente a Monofásica tem no seu armazém em Luanda foram deslocadas para dar apoio à logística no interior da obra.

A autonomia energética do aeroporto era uma componente fundamental do projecto, o que resultou que geradores, UPS e quadros de sincronismo tivessem dimensões, complexidade e fiabilidade muito acima do normal em outro tipo de infra-estruturas.

Toda a cablagem instalada apresenta resistência ao fogo e o sistema de extinção de incêndios funciona com gás FM200.

Uma alteração de projecto proposta pela Monofásica e que resultou num ganho funcional, não visível, mas muito significativo na fase de instalação e com repercussão na facilidade de manutenção posterior foi a passagem para uma caleira técnica exterior as alimentações que inicialmente estavam previstos passar no interior dos edifícios.

O resultado final foi uma infra-estrutura que ganhou em funcionalidade, estética e conforto para todos os utilizadores, melhorando muito a imagem de Angola perante quem diariamente a visita.

Para a Monofásica, a experiência adquirida na execução de instalações aeroportuárias com esta obra coloca a empresa em boa posição para concorrer a projectos semelhantes que se prevêem iniciar num futuro próximo, não apenas em Angola mas também em Portugal.


Sobre a Monofásica Angola

A Monofásica Angola foi criada em 2005 para agregar as operações do Grupo Monofásica, que vinha a operar no mercado Angolano desde 1997.

Com uma vasta carteira de obras em curso, instalações e equipas próprias e com o suporte a partir de Portugal da empresa mãe, a Monofásica Angola está neste momento em fase de consolidação das suas operações em Angola.

Vocacionada para a execução de obras de elevada dimensão e complexidade, a Monofásica Angola é neste momento uma das maiores empresas a operar em Angola na área das instalações eléctricas e mecânicas, com obras em sectores tão diversos como a hotelaria, saúde, indústria, serviços, ensino, entre outras.

Fonte: Monofásica Angola



publicado por monofasica às 20:02
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